segunda-feira, 12 de maio de 2014

ESTRADA DA AUTONOMIA


minha vida
parada na avenida
sente a mesma dor de um dedo na ferida
mas ainda assim compreende que é a vida...
num obstante fera ferida se torna o pensamento
na personagem perdida...
minha vida
parada na avenida
decide ser mais nós
despindo-se de um eu a sós
como um as que se desfaz do baralho
vive livre sem assoalho na estrada da autonomia sem atalho.

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